
A foto acima foi divulgada pelo empresário e pré-candidato a prefeito de Codó, Francisco Carlos Oliveira, mais conhecido por FC Oliveira. Além da fotografia, foi publicado texto afirmando que havia informado ao ministro da Justiça, senador licenciado Flávio Dino, das suas intenções políticas nas eleições do próximo ano.
No Palácio dos Leões, sede do governo estadual maranhense, é público e notório que o governador Carlos Brandão não é simpático a pré-candidatura de Chiquinho Oliveira. Brandão não contou com o apoio do empresário codoense nas eleições do ano passado. A terceira lei de Newton é clara: “toda ação tem uma reação no mesmo modulo, mesma direção e sentido contrário”. Em outras palavras, “quem bate, leva o troco”.
No entanto, Chiquinho Oliveira e todo o Maranhão sabem que Brandão e Dino não cantam mais unidos como os sabiás. O ministro e o governador não confirmam o rompimento. No entanto, ele já existe. Muito bem orientado, e não foi pelo filho deputado Francisco Nagib, Chiquinho Oliveira visita Flávio Dino em Brasília. Tem que mostrar força para os políticos codoenses e para os de São Luis.
Carlos Brandão sabe, através de pesquisas de opinião pública, que o prefeito Zé Francisco tem mais de 60 por cento de rejeição e é a última das últimas opções do eleitorado de Codó. Brandão, aliado antigo de Biné e Camilo Figueiredo, já conversou com os dois e quer que se entendam com o prefeito e/ou com Zito Rolim. Biné Figueiredo teima em apostar no amado filho e já gravou vídeo declarando total apoio para Camilo Figueiredo.
Zito Rolim está igual passarinho na muda das penas. Calado, calado, calado. O ex-prefeito está bem nas pesquisas. Porém, acompanha de perto o problema de saúde da esposa e o comportamento do Tribunal de Contas da União – TCU.
Um detalhe: o ministro Flávio Dino recebeu apoio de Zé Francisco, Chiquinho Oliveira, Biné Figueiredo e Zito Rolim. Dino já mostrou ser um bom estrategista político. O ministro não vai entrar declaradamente nas eleições do próximo ano em Codó.
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Segundo Leda Torres, esse trabalho “é uma forma de sempre estar mais próxima das comunidades e da população. Por isso realizamos esta ação com muita constância. Nós, como representantes do povo, e também na condição de cidadão precisamos, todos nós, ter esta sensibilidade e um olhar centrado no seio familiar, na ajuda e apoio aos que mais precisam”.
Cantos indígenas foram entoados pelos diplomados da etnia Canela e Guajajara e trouxeram muita emoção durante a solenidade em Barra do Corda, que também foi acompanhada pela Banda Maestro Moisés da Providência Araújo.