Por Arnaldo Eugênio – Doutor em Antropologia
A partir dos discursos e atos de vários pré-candidatos antes e durante as convenções partidárias, se desenha os rumos da eleição presidencial do Brasil, em 2026. Claro, as candidaturas deverão ser oficializadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em agosto, quando, de fato, começa a campanha. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, e o segundo turno (se houver) ocorrerá em 25 de outubro.
Assim, ainda não há como se falar em vencedores e/ou perdedores de véspera. Mas, o tom dos discursos já dão sinais ao eleitorado de que a disputa pela Presidência da República terá uma miscelânea de tendências com os 12 nomes anunciados como pré-candidatos: Lula (PT); Flávio Bolsonaro (PL); Ronaldo Caiado (PSD); Romeu Zema (Novo); Renan Santos (Missão); Aldo Rebelo (Democracia Cristã); Cabo Daciolo (Mobiliza); Augusto Cury (Avante); Hertz Dias (PSTU); Samara Martins (UP); Rui Costa Pimenta (PCO) e Edmilson Costa (PCB).
Contudo, fazendo-se um recorte com base apenas nas pesquisas eleitorais já divulgadas, o pleito se encaminha para uma tendência impositiva à polarização, onde os dois principais nomes na disputa são o atual presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), com o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) tentando uma improvável terceira via.

Diante da conjuntura política de momento, que se pretende impor uma polarização, a situação enfrentará uma oposição raivosa da direita e extrema-direita, com o auxílio externo de aliados, cujo objetivo é usar mentiras para promover uma convulsão social, por meio de táticas que incluem o populismo antiestabelecido, a polarização cultural dos costumes e a exploração de redes sociais à serviço da desinformação.
Isto não significa que a situação de viés centro-esquerda deva ser vista como divinal e a oposição de extrema-direita como diabólica. Porém, pelos discursos e atos nas convenções, se depreende que, de fato, os interesses públicos e coletivos não é a pauta principal da extrema-direita na disputa presidencial brasileira.
Por exemplo, o discurso inflamado do presidente argentino Javier Milei na convenção do PL foi explicito quanto ao propósito da extrema-direita: separar a sociedade entre o “povo puro” e uma “elite corrupta”; unir o nacionalismo extremo com a xenofobia, a misogenia, a homofobia e o racismo; e criar ameaças externas, com apoio interno, usando a tecnopolítica digital para unificar a base de eleitores embalados pelo falso lema “Deus, pátria e família”.
É óbvio que, numa democracia é o povo que escolhe o governo que merece. Ou seja, a qualidade dos governantes reflete diretamente o nível de escolha, a cultura política e o comprometimento da própria sociedade. Por um lado, a situação de centro-esquerda aposta na reeleição de Lula (PT), que conhece o país, tem identidade popular, é de viés democrata e reconhecido como o maior estadista da América Latina.
Por outro lado, a oposição de extrema-direita traz Flávio Bolsonaro (PL), que está mergulhado num oceano de lama que prenuncia afundar o projeto nacional do clã bolsonarista. O seu longo histórico de polêmicas incluem desde homenagens a milicianos do submundo do crime até denuncias por organização criminosa, corrupção, lavagem de dinheiro, apropriação indébita, peculato e outras (MP-RJ, 2020; STF, 2026).
A estratégia da extrema-direita, representada pelo PL e aliados, não é só tomar o poder político, mas através dele se apropriar ao máximo do dinheiro público, como nos casos da máfia das rachadinhas, a tentativa de golpe de Estado, o escândalo do INSS, o desvio de emendas parlamentares, as fraudes do Banco Master e as taxações dos EUA.


Durante os dois dias de ação, os pacientes tiveram acesso a consultas e procedimentos em diversas especialidades, incluindo ecocardiograma, ultrassonografia, ginecologia, ortopedia, endocrinologia, otorrinolaringologia e endoscopia. Também foram ofertados serviços de vacinação e atendimento do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA).
serviços públicos da população e fortalecem o cuidado contínuo com os cidadãos, promovendo a prevenção de complicações, o acompanhamento médico e a melhoria da qualidade de vida dos codoenses.
Com o expressivo número de atendimentos realizados em apenas dois dias, o mutirão reafirma o compromisso da administração municipal com o fortalecimento da atenção à saúde e com a oferta de serviços cada vez mais acessíveis e resolutivos para os moradores de Codó.









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A renovação da composição do Conselho Municipal de Saúde representa um importante passo para o fortalecimento da participação popular e do controle social no Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo que a sociedade acompanhe, fiscalize e contribua com a formulação das políticas públicas voltadas à saúde da população.
nova composição reforça o compromisso da administração municipal com a transparência, a participação popular e o fortalecimento do controle social, considerados pilares fundamentais para a construção de uma saúde pública cada vez mais eficiente, democrática e acessível para todos os codoenses.



Outro destaque foi o crescimento do eleitorado no exterior, são 918.876 eleitores fora do país, um aumento de 221.798 nesse extrato do eleitorado (31,82%) em relação a 2022 (697.078). Proporcionalmente, os maiores avanços ocorreram nos estados de Roraima (9,63%), Tocantins (8,07%) e Mato Grosso (6,84%). Já o Rio de Janeiro, chegou a 12.857.000 eleitores e eleitoras em 2026, com crescimento mais moderado no período: 29.704 novos eleitores, registrando um aumento de apenas 0,23%.

